17.3.12

Retomando os Registros...


Hoje resolvi retomar os posts no meu blog que há muito estava de lado, por falta de tempo e vários outros motivos... Pra registrar esse regresso a receita do Bolo Fofo de Chocolate está no forno e o cheiro doce já se espalhou pela casa.

16.4.10

Brechó Infantil


Mães do meu Brasi varonil! Não posso deixar de registrar o competente trabalho feito pela Anelise e pela Melissa no Passa Passará, brechó infantil do qual são proprietárias. Tanta dedicação já rendeu inclusive a ampliação do espaço para mais uma loja no mesmo centro comercial onde já está a primeira. Na primeira estão à venda roupas, calçados, brinquedos, ítens em geral para bebês, gestantes, lactantes, crianças e a outra com artigos de mobiliário como berços, trocador, armários, carrinhos de bebê, cadeira para carro, kit berço e afins. Todos os ítens são perfeitos, em ótimo estado, muitos sem nem terem sido usados pois sabemos como criança cresce rápido...

Brechós não são novidades mas esse é especial, tudo é muito bem cuidado, exposto de forma organizada e o atendimento excelente.

Já fui muitas vezes lá como consumidora e agora já passei a "fornecedora". Toda orgulhosa de ver meu filhote crescendo e o empreendimento delas também pois empenho e dedicação sempre merece reconhecimento.

Em tempos de sustentabilidade e com a certeza de que o que não nos é mais útil e está em bom estado não tem porque ficar guardado no armário, essa e outras atitudes devem ser registradas, aplaudidas e divulgadas!

Quem quiser conhecer mais acessa Passa Passará. O brechó fica no bairro Moinhos de Vento em Porto Alegre/RS.

14.4.10

Bebês Futuros

O que mais ouço ultimamente é como os bebês "de hoje" nascem espertos, de olhos abertos, logo entendem tudo, engatinham cedo ou até já caminham direto sem nem engatinhar etc...
Eu concordo que as crianças estão vindo ao mundo se portando de maneira mais "esperta" a cada dia que passa; assim como os pais tem atitudes que os estimulam a isso conversando com seus bebês desde cedo, explicando o que está acontecendo a sua volta e apresentando o mundo, as cores, aos sons, a vida!
Quem sabe em breve não teremos bebês como os do filme das águas Evian?! Muito fofo!!

3.4.10

Decoração de Páscoa Estilo 1,99



Celebrar momentos especiais nos faz tão bem e arrumar a casa para esses momentos é melhor ainda!
Deixar tudo com cara de festa para as pessoas que amamos e mostrar o quanto é bom viver e comemorar não requer grandes somas ou meses de preparação, basta um pouquinho de criatividade e algumas moedas.
Decorei hall do elevador com a girlanda de Natal que virou de Páscoa, algumas cestas pela sala e um arranjo de Macela na mesa de jantar. Comprei apenas ovinhos plásticos (6 unidades - 1,99), um pacote de palha (1,00) e um maço de Macela (2,00). As cestas, laços, estopa e papel de seda já tinha em casa guardados de presentes recebidos.

Dica: pra ter Macela na cor Bronze basta guardá-la num vidro bem tampado. Na Páscoa do ano que vem você terá Marcela num tom marrom, lindo pra incrementar seus arranjos.

Para os presentes de Páscoa, piquei as barras de chocolate em quadrados e fiz pequenos embrulhos com celofane e laços pra dar um toque mais festivos, coloquei esses e outros pacotinhos (tirei os bombons das caixas) em embalagens com laços enfeitados de Macela (o ramo de 2 reais rende muito). Adoro personalizar as embalagens de presente para que quem os recebe se sintam ainda mais especiais.

Bolo Fofo

Bolo de Chocolate leve, fofo e muito gostoso!!
Massa:
1 xícara de chá de leite morno
3 ovos
4 colheres de sopa de margarina derretida
2 xícaras de chá de açúcar
1 xícara de chá de chocolate em pó
2 xícaras de chá de farinha de trigo
1 colher de sopa de fermento químico em pó
Cobertura:
1 xícara de chá de açúcar
3 colheres de sopa de amido de milho
5 colheres de sopa de chocolate em pó
1 xícara de chá de leite
Quanto baste de sal
3 colheres de sopa de margarina
Massa:
Bata bem todos os ingredientes da massa no liquidificador
Coloque em uma fôrma redonda, untada com manteiga e polvilhada com
farinha de trigo
Asse por cerca de 40 minutos em forno médio (180º graus), pré-aquecido
Cobertura:
Leve todos os ingredientes ao fogo até engrossar em ponto de brigadeiro
Cubra o bolo em seguida.

30.3.10

Cuidados com Bebê


Pra quem está iniciando na vida maternal como eu ou de alguma forma cuidade crianças não pode deixar de ler a obra de Tracy Hogg e Melinda Blau. Elas orientam sobre a rotina do bebê, problemas com sono, amamentação, relacionamento...
Pra mim o benefício maior está nas orientações focadas na rotina para cada período de vida do bebê. Aprendi a entender os horários dele e suas necessidades e desde os dois meses meu filho dorme em média 11 horas por noite. Outro ponto importante é sobre a amamentação, que diferente do que a maioria aconselha, amamentar um pouco em cada peito, o ideal é amamentar em apenas um até o leite acabar ou a bebê se saciar porque o leite materno inicia saindo em forma de soro chegando após 18 a 20 minutos no "creme de leite" que é o leito mais denso e gorduroso. Sigo esse método e tenho um bebê com 8,200 quilos com 3 meses já que mede 67,5cm.
O método da "encantadora de bebês" é conhecido pela sigla E.a.s.y, que se resume em uma rotina de comer, brincar, dormir e dar um tempo aos pais (em inglês, eating, activity, sleeping, yourself). Seguindo uma rotina o bebê não tem de lidar com a imprevisibilidade, que tanto assusta, e acaba aprendendo que existe hora para tudo. Salienta os sinais que o bebê nos dá o tempo todo sinais sobre o que está sentindo ou querendo, se é fome ou sono, se está entediado, os que significa cada "tipo" de choro... Além disso orienta como agir com os tipos diferentes de temperamento infantil e a melhor forma de se relacionar com eles. Como por exemplo:
- chamá-lo desde o início da vida pelo primeiro nome e nunca de nenê, evitando apelidos carinhosos que podem confundi-lo;
- aquele choro ardido do recém-nascido não significa necessariamente fome. Pode ser simplesmente um sinal de que ele está entediado, cansado de ficar na mesma posição no berço...
- estabeleça uma rígida rotina para ele seguir, com horários fixos para mamar, brincar e dormir. Bebês exaustos dormem como um anjo. O bebê é que precisa adaptar-se à sua rotina, e não o contrário;
- embale o bebê balançando-o junto ao peito, em movimentos para a frente e para trás. Com isso ele se lembra do andar da mãe quando ainda estava no útero;
- quando o bebê chorar, pegue-o no colo por alguns instantes e devolva-o ao berço assim que ele parar. Diga: "Estou aqui, não vou a lugar nenhum". Assim vocês vão criar um pacto de confiança e o bebê não vai se tornar uma criança birrenta;
-converse com o bebê desde o primeiro dia de vida, apresente o mundo a ele, explique quem são as pessoas que estão ao seu redor, o que ele está "vendo" ao aproximá-lo de uma janela ou levá-lo a um lugar diferente mesmo que seja um cômodo da casa. Diga sempre para ele o que você está fazendo, porque vai sair do lado dele e se vai demorar ou voltará em breve. Isso amplia o vínculo de cumplicidade entre mãe e filho, orienta para o que está acontecendo, desenvolve seu futuro vocabulário além de uma infinidade de benefícios, como eu já pude observar até agora.
Sei que cuidado com os filhos acaba sendo 10% teoria e 90% instinto mas se essa teoria funcionar o instinto agradece e encurta o caminho para acertarmos cada vez mais com nossos bebês e tornar seu dia-a-dia o mais agradável possivel.

29.3.10

Vaso Original

Vi por aí e gostei!
Vejo cada vez mais a preocupação em reciclar/customizar/reaproveitar objetos, móveis, roupas, alimentos... Uma atitude maravilhosa em tempos de sustentabilidade e um exercício de criatividade maravilhoso que traz resultados ótimos e surpreendentes como esse.
Bom gosto, acima de tudo, para o bem viver em todos os sentidos!

8.3.10

Dia Internacional da Mulher

Parabéns, Mulheres!!
Que tanto ensinam, tanto criam, tanto fazem, tanto amam, tanto prezam... Que tanto são!!

2.3.10

Bebê com estilo

O Bento ganhou da tia Claudia Fernandes esse lindo roupão. Uma idéia ótima feito pela grife Zazen, todo atoalhado por dentro e com abertura para troca de fraldas. Lindo, prático e cheio de estilo.
Qual bebê não fica gostoso com uma peça como essa?!

8.2.10

Alma de Mulher

Nada mais contraditório do que ser mulher...
Mulher que pensa com o coração, age pela emoção e vence pelo amor.
Que vive milhões de emoções num só dia e transmite cada uma delas, num único olhar.
Que cobra de si a perfeição e vive arrumando desculpas para os erros daqueles a quem ama.
Que hospeda no ventre outras almas, dá à luz e depois fica cega diante da beleza dos filhos que gerou.
Que dá as asas, ensina a voar, mas não quer ver partir os pássaros, mesmo sabendo que eles não lhe pertencem.
Que se enfeita toda e perfuma o leito, ainda que seu amor nem perceba mais tais detalhes.
Que como uma feiticeira transforma em luz e sorriso as dores que sente na alma, só pra ninguém notar. E ainda tem que ser forte, para dar os ombros para quem neles precise chorar.
Feliz do homem que por um dia souber, entender a alma da mulher!
Não sei quem escreveu sábias palavras mas elas valem pra minha mãe e pra muitas mulheres maravilhosas que conheço e que tanto me ensinam.

6.2.10

Razões pra se ter um filho


Li esse texto a muito tempo atrás e guardei pois achei interessante. Hoje, vejo que está certo em cada uma das palavras e poderia enumerar mais uma centenas de razões...

1. Por que você quer. E muito.

A gente não acha que ninguém é obrigado a ter filho, claro. Só tem de ter mesmo quem quer de verdade. E hoje isso é mais do que possível. A pílula é um pouco mais velha que a Pais e Filhos – chegou ao Brasil em 1962. Mesmo com todos os recursos que existem, 20% dos bebês no país nascem de mães com menos de 20 anos, e tem coisa errada aí. A gravidez nasce de um desejo (pode ser o de ter um lugar dentro da sociedade), e, para muitas jovens, acaba sendo o de ser mãe. O que a gente defende é que esse desejo seja consciente e venha na hora certa. Filho só pode ter a função de ser filho.

2. Para deixar de ser só filho. E crescer!

Básico: se você não tem filho, nunca deixa de ser filho. E aí, o seu crescimento é mais lento e mais difícil. Claro ue a gente não deixa de ser filho nunca, mas deixar de ser SÓ filho amplia, abre possibilidades novas, importantes, ricas. Filho nos traz essa oportunidade de nos tornarmos adultos de verdade.

3. Para entender melhor seus pais

Paul Reiser, da série Mad About You, tem um livro sensacional sobre a paternidade, chamado Vida de Bebê. Na dedicatória, ele entrega: “Para meus pais, com todo o amor do mundo. Acho que agora eu entendi”.

4. Para descobrir uma imensa e surpreendente capacidade de amar

Quando temos filho, somos apresentados a esse tal de amor incondicional. “Passamos por uma renovação e ampliação do repertório emocional, que é o que faz a vida interessante”, diz a psicoterapeuta Lidia Aratangy, mãe de Claudia, Silvia, Ucha e Sergio.

5. Para incluir mais gente numa história de amor que dá certo

Ser casado sem filho é quase como ser solteiro: pode não fazer almoço um dia e tudo bem etc. etc. etc. Com criança no pedaço, a casa tem de ser reorganizada, não dá mais pra ter só água na geladeira... O mais importante: você precisa dividir e respeitar as decisões do parceiro sobre o filho também. Se tiver bases sólidas, a união pode ficar mais forte com tudo isso. Vocês deixaram de ser casal para ser família. Um grande e maravilhoso passo! E mesmo quem tem filho sozinho: o filho traz esse sentido de família e a gente valoriza isso demais.

6. Para deixar de ser adolescente

Hoje, a gente vive mais e tem gente dizendo que os 30 são os novos 20, mas não dá para usar isso como desculpa para não amadurecer. Na adolescência, alguns de nós juramos que nunca vamos ter filhos, coisa da fase mesmo. O escritor britânico Ian Sansom, autor do livro De A a Z, A Verdade Sobre os Bebês, escreve: “Existe algo esquisito nas famílias. Existe algo triste nas famílias. Existe algo tão triste nas famílias que nos faz sair correndo para formar outras famílias.” É meio dramático, mas mostra que é possível reinventar a nossa história, outra lição que os filhos nos dão...

7. Para sentir o poder de gerar outra pessoa

Saber que você pode gerar um novo ser é mágico. Não é à toa que as mulheres sempre foram vistas assim meio como bruxas, exatamente por causa disso. Ver a barriga crescer, sentir os primeiros movimentos da criança, é incrível. Apesar de a gente achar que, no fundo, no fundo, gravidez não faz ninguém ser mãe de verdade. É uma delícia e tal, mas, na hora que o bebê nasce é que começa a história pra valer.

8. Para aprender a respeitar as diferenças

Por mais que você seja rígido na educação, é bom baixar a bola: seu filho nunca vai ser exatamente da forma como você imagina – e ainda bem, aleluia! Se você prestar bem atenção, vai perceber isso desde o primeiro momento: na primeira hora em que pegamos a criança no colo, já vem a sensação meio estranha: “Nossa, ele é outra pessoa!”. Que bom que é. E perceber quem é essa pessoa é o melhor da história toda, é o grande lance. Descobrir o temperamento do seu filho, ir sacando como ele funciona, como reage, o que gosta, o que não gosta... Junto com isso, aprender a respeitar e ajudá-lo a ser do jeito dele é maravilhoso. E, se a gente conseguir levar um pouco dessa experiência pras outras relações que temos na vida, então... Nossa! Melhor ainda!

9. Pra se emocionar com as conquistas dele

A primeira vez que ele consegue engatinhar, andar... Quando escreve o nome, com as letras ao contrário ainda... Desde os anos 60, muita coisa mudou, somos a geração do “muito bem!” a cada passo da criança. Mas é importante saber que ele não vai ser o campeão sempre, claro. Então, deixe seu filho tentar, testar, errar. Acertar vai ser conseqüência. E o que importa é o processo, não esqueça que isso vale pros filhos também...

10. Para aprender que as coisas são como são, nem tudo é perfeito. E tudo bem!

Ter filhos é golpe mortal no perfeccionismo, não tem jeito. As coisas vivem fugindo do roteiro o tempo todo. Você planeja dar a papinha ao meio-dia, ele cai no sono. Vai dar banho às 19h, ele já dormiu. Claro, a gente precisa ter organização, um mínimo de estrutura, mas também precisa aprender a se adaptar rapidinho, senão aí é que dança.

11. Para tomar mais cuidado com você mesmoNão é à toa que quem tem filho pequeno paga menos na hora de fazer o seguro do carro! As seguradoras sabem muito bem que esse público tem menos tendência a se acidentar, porque é mais cuidadoso mesmo. Quando recebemos o resultado positivo já cai a ficha de que, dali pra frente, você não está mais sozinho...

12. Aceitar a maturidade com tranqüilidade

A expectativa de vida cresce a passos largos. Hoje, é de 71,7 anos no Brasil. Em 1960, ficava na casa dos 50,4. Por outro lado, vivemos numa sociedade que supervaloriza a juventude. Mas a gente envelhece mesmo, e isso é muito bom, cada fase da vida tem sua beleza. Com os filhos, isso fica mais claro. A gente não precisa ser eternamente jovem, podemos curtir a juventude deles. A passagem do tempo ganha um outro sentido.

13. Para poder, um dia, ser avó ou avô

Claro que ser avó ou avô não depende da gente, depende de os filhos quererem ser pais. Mas, se a gente fizer a nossa parte direitinho, as chances crescem. Se não tivermos filhos, por exemplo... A chance fica nula de verdade.

14. Para cuidar de alguém

“Um dia, há muitos anos, encontrei uma garotinha de 3 anos que me perguntou: ‘Você tem filhos?’. ‘Não’, respondi. ‘Você tem cachorro?’ ‘Não’, disse. E ela: ′Então, afinal, do que você cuida?′”, nos conta o psicólogo André Trindade, pai de criação de Gabriel e Laura. Ele diz que criar, cuidar, fazer crescer, acompanhar, proteger e se responsabilizar por alguém alimentam a criatividade em nós. A gente concorda total.

15. Para deixar de ser o centro da própria vida

A criança é egocêntrica por definição. No começo, acha que o mundo e ela são a mesma coisa. Depois, acredita que o mundo gira em torno dela. Demora pra perceber que não é bem assim. Tem uns que não percebem nunca, aliás... Nem depois de grandes! Ter filho ajuda a fazer essa ficha cair.

16. Para rever suas prioridades

Segundo pesquisa feita pela psicóloga Cecília Russo Troiano, mãe de Beatriz e Gabriel, publicada no livro Vida de Equilibrista – Dores e Delícias da Mãe que Trabalha (ed. Cultrix), 30% das mães dizem que adiaram o plano de ter filhos por causa da carreira. O mundo mudou, as mulheres não trabalham só por escolha, mas por necessidade. Porém, como diz uma das entrevistadas de Cecilia, uma mãe do Rio Grande do Sul, “não ter filho por causa do trabalho não tem sentido”.

17. Ter um bom motivo para chegar mais cedo em casa

Filho gosta de quantidade e qualidade. Aquele papo do “fico pouco tempo com meu filho, mas funciona” a gente sabe que não cola. É preciso estar esperto e não bobear: quanto mais tempo com eles, melhor. Férias juntos, então... Fundamental! Ou seja, o tempo passado junto é que é o grande luxo. E para ficar mais tempo com os filhos, temos de nos organizar no trabalho e fazer as coisas funcionarem melhor. É duro, mas... A verdade é que estamos bem no meio de uma transição. Se em 1976, só 20% das mulheres estavam no mercado de trabalho, hoje as trabalhadoras são mais da metade da população feminina no Brasil. Ainda são poucas as empresas que adotam horários flexíveis e programas de home office, mas elas começam a existir.

18. Ficar um tempo sem trabalhar

Pra quem não pára nunca, é uma experiência única. A licença-maternidade obrigatória no Brasil tem quatro meses desde a Constituição de 1988. Está em tramitação um projeto de lei estendendo a licença para seis meses, desde que a companhia decida aderir voluntariamente ao esquema em troca de isenção fiscal. Cerca de 40 municípios já adotam a licença maior. A licença paternidade, hoje de cinco dias, seria de 15.

19. Sentir o prazer de amamentar

Em 1975, aqui no Brasil, uma a cada duas mulheres amamentava o filho apenas até o segundo ou terceiro mês de vida. Hoje sabemos todos dos enormes benefícios do leite materno para a criança. E sentir que seu corpo é capaz de produzir o alimento de seu filho é uma experiência fantástica.

20. Sentir o prazer de dar de mamar

Se não puder amamentar, não estresse, pelo amor de Deus. Não tem de ter culpa de nada, culpa só estraga. Faça da hora da mamadeira uma hora especial, gostosa, única, de intimidade e cumplicidade.

21. Para passar pela experiência do parto

Foi durante os anos 70 que o índice de cesarianas no Brasil começou a viver este boom. Pra equilibrar o jogo, nos últimos anos vem crescendo o movimento pelo parto humanizado, com o mínimo de intervenção médica. De novo, não precisa radicalizar: anestesia está aí para ser usada sempre que necessário e ninguém aqui está defendendo sofrimento. O que a gente sabe é que, com ou sem ela, o parto é um daqueles momentos fundadores, em que a vida se renova e a gente nasce de novo, junto com o filho. E o cheiro doce dele ao nascer e ser levado ao seu rosto para vê-lo pela primeira vez, ficará gravado na sua memória para o resto da vida.

22. Para conhecer a pessoa mais linda do mundo

O poeta alemão Hölderin dizia sobre a infância: "É integralmente aquilo que é e, portanto, é bela". Filho é sempre lindo. O nosso, muito mais que o dos outros, sempre. E tem de ser assim.

23. Para ouvir alguém te chamar de mãe ou pai

Pode parecer a coisa mais babaca do universo, mas que é demais, é. Não tem o que falar. Você sabe o que é isso...

24. Reviver um pouco da sua própria infância, ou tirar uma casquinha da infância deles...

“Lembro das primeiras férias de verão com meus filhos, relembrei das minhas. São lembranças que voltam, deliciosamente”, conta nossa colunista Patrícia Broggi, mãe de Luca e Tiago. Ter de brincar com eles, desenhar, cantar, esperar o Papai Noel, a fada do Dente, ler histórias, ver filmes maravilhosos... Ah, que alegria! Você só tem a ganhar!

25. Comprar brinquedos incríveis para eles e para você

Em 1894, um tal dr. L.E. Holt dizia, com a maior autoridade: “Com crianças de menos de 6 meses de idade não se deve brincar jamais. Nas idades posteriores, quanto menos se brincar, melhor”. Ainda bem que, hoje, a gente sabe que brincar é fundamental para eles. Volta e meia a gente usa isso como desculpa pra comprar aquele carrinho de controle remoto que eles vão adorar. E que você já adorou. Tudo bem, tá tudo certo. Afinal, esses brinquedos maravilhosos não existiam quando a gente era criança, certo? Então, por que não aproveitar também?

26. Para se renovar e rejuvenescer

Ter filho é comprovar a validade da lei do eterno retorno. “Acompanhar uma criança permite retomar em nós aquilo que fomos. Há uma sabedoria infantil que conta com a espontaneidade, com a vontade de descobrir o mundo e com a capacidade de brincar. Quando o adulto consegue recuperar em si essas atitudes, ele se beneficia enormemente”, diz o psicólogo André Trindade.

27. Para entender de uma vez que preocupação com ambiente não é coisa de ecochato

A gente sabe: as previsões são catastróficas. Metade da Amazônia pode dançar até 2030, temperatura subindo, calotas derretendo... Ter filho torna a coisa ainda mais urgente, porque a gente quer que o mundo exista pra eles, certo? O que não dá é para acreditar em tudo, se imobilizar e resolver que já acabou e não tem mais o que fazer. Tem, sim, e muito. Pra começar, dentro da sua casa mesmo, na sua vida cotidiana. As próprias crianças estão nos ensinando que tem de cuidar pra ter.

28. Para adquirir hábitos mais saudáveis

Com criança em casa a gente revê tudo. Aprendemos, ou reaprendemos e confirmamos, que não precisa de açúcar porque fruta já é doce, que sal tem de ser bem pouquinho, trocamos fritura por grelhado, porque o médico falou, porque a gente leu que é bom. Hoje, estudando o histórico familiar, os pediatras conseguem prevenir uma série de problemas, fazendo ajustes na dieta: se há tendência a alergias, certos alimentos podem ser evitados etc. E, quando a gente vê, está comendo direito ese cuidando mais, junto com eles. A teoria tem muito mais chance de virar prática.

29. Para descobrir seu lado meio médico

Sabe aquele talento que mãe tem pra saber o que a criança tem só de olhar e a gente acha impressionante? Logo logo você também passa a ter, você vai ver. Ninguém aqui está falando de se automedicar ou sair usando remédio que nem louca, a torto e a direito, nada disso. Tem de ligar pro médico sempre, isso é básico. Mas ao menos você fica conhecendo os sintomas e já passa o serviço mais completo. E, logo, você vai ser aquela pessoa no trabalho pra quem a colega pede pra ver se está com febre mesmo. Coisa de mãe. Ou pai.

30. Pra sentir um certo gostinho de continuidade

O comediante norte-americano Jerry Seinfeld, que a gente adora, disse uma vez: “Já sei o que esses bebês estão fazendo aí. Eles estão aí pra nos substituir”. É piada, óbvio, mas ter filhos, de certa forma, é apostar numa sucessão, em uma continuidade. Você assistiu ao filme Rei Leão? Sabe aquela coisa de pertencer, de estar dentro do ciclo da vida, de ser elo de uma cadeia? É por aí, e é bacana....

31. Descobrir que você sabe contar histórias

A escritora e tradutora Lya Luft descobriu que sabia contar histórias para crianças depois que se tornou avó, e até já escreveu dois livros para crianças, em que a personagem principal é ela mesma, uma bruxa boa. Claro que não é todo mundo que tem o talento dela, mas, quando temos filho, parece que é quase natural: a gente se vê relembrando histórias da infância, inventando a partir do nada ou do mote que eles nos dão... E solta um pouco a imaginação, a fantasia... Lidar com o lúdico, né? Coisas que só fazem bem.

32. Para olhar para as coisas de novo, como pela primeira vez

“Aprendi com meu filho de dez anos/que a poesia é a descoberta/das coisas que eu nunca vi”. Esses versos de Oswald de Andrade (1890-1954) resumem tudo o que a gente quer dizer. É fácil cair nessa cilada de crescer e ir deixando de se surpreender com as coisas e ligar um tipo de piloto-automático – tudo em nome de, sei lá, um suposto “facilitar a vida”, que, no final das contas, é perder o milagre que a vida é. O filho nos ajuda a trazer tudo isso de volta. O mundo ganha novos sentidos e tudo começa outra vez a cada nova descoberta dele e sua...

33. Ter um motivo para aprender a cozinhar

Há 40 anos, a frase “já pode casar”, quando alguma mulher servia um prato saboroso, não era pejorativa, não. Mulher tinha de saber pilotar forno e fogão, era uma espécie de pré-requisito. Hoje a gente pira na hora que tem de fazer a primeira papinha do filho, é ou não é? Acontece que cozinhar pode ser uma enorme delícia e nunca é tarde pra aprender.

34. Porque o pai hoje participa de tudo

Nos anos 70, o pai ficava fora da sala de parto, não chegava nem perto de uma mamadeira, não pegava em fralda de jeito nenhum e era “chamado” só na hora de uma bronca mais pesada. Estranho? Na sua casa não é assim? Ainda bem! A pesquisa de Cecília Russo Troiano mostra que a coisa foi mudando aos poucos, sim, mas as mulheres ainda realizam a maior parte das tarefas. Por exemplo: enquanto 91% das mães levam o filho ao médico, só 4% dos pais fazem o mesmo!!! Ok, ok, falta bastante para as coisas se equilibrarem mais, mas o espaço foi aberto e isso é um ganho enorme.

35. Porque a medicina evoluiu muito

E isso é muito mais importante do que a gente pensa à primeira vista. Hoje é possível prevenir um monte de doenças, tem vacina contra gripe, rotavírus, hepatite... Se no final dos anos 60 os primeiros aparelhos de ultrasom ainda estavam chegando ao Brasil, hoje temos ultra-som 4D, os avanços das pesquisas de células-tronco não param de nos surpreender e se fala em terapias genéticas para parar doenças como o câncer. Temos mais é que comemorar, e muito.

36. Para sentir o que é ter alguém que confia 100% em você

O que é confiar, o que é confiança? Você sabe direitinho a resposta – e sente o que é isso ali, na pele – quando tem uma criança dormindo no seu colo, totalmente entregue. É maravilhoso, assim como a responsabilidade, que até pode assustar, mas faz parte: ter filho é também aprender a lidar com isso.

37. Encarar o futuro de uma nova maneira

Sim, porque, quando os filhos chegam, esse conceito deixa de ser uma abstração. A gente não pode mais só esperar que ele chegue; a gente tem de prepará-lo a cada dia. Pode ser nas coisas mais concretas, como se programando financeiramente, fazendo previdência, essas coisas. E também se preocupando em votar em políticos bacanas, entrando pra uma ONG, separando o lixo, o que for.

38. Para ter a enorme chance de se tornar um ser humano melhor

Não adianta fazer discurso: criança se espelha no exemplo, não tem jeito. É como você é e como se comporta que vai fazer diferença. É no seu comportamento que seu filho está ligado e é o que ele vai registrando, não tem conversa nenhuma. Falar uma coisa e fazer outra não dá. Ter filho é agüentar a barra do que a gente é, as conseqüências de ser quem somos e das escolhas que fazemos.

39. Ter filho não é dar à luz, é receber iluminação diária

O tanto que se aprende, que nos modificamos e crescemos... É pra agradecer todo dia!

40. Porque seu filho é único e tudo que você sente em relação a ele é intraduzível...

Tem gente que diz que a escolha de ter filhos é difícil porque é definitiva... Bem, definitivo, para nós, é não ter filhos! E cada um vai descobrir seu jeito de ser pai e mãe, não tem uma receita. Cada universo único que uma vida é.

(acho que é da revista Pais e Filhos)

23.1.10

Angel

Vi por aí, gostei e vou fazer!
Um body liso simples + um tecidinho cortado em forma de asas + cola pano + linha de bordar pra prespontar a borda = Bebê fofo e cheio de estilo!